Saúde mental e liderança: Como ter autocuidado sem perder performance?

Gregorya Lima
Gregorya Lima
Ian dos Anjos Cunha explica como líderes podem equilibrar saúde mental e performance sem se sobrecarregar.

Segundo o CEO Ian Cunha, saúde mental e liderança não competem com performance; elas sustentam performance quando a pressão vira rotina. Muitos líderes acreditam que autocuidado é sinônimo de suavidade. A realidade mostra o oposto: o líder que cuida da mente decide melhor, enfrenta conflitos com mais calma e sustenta visão por mais tempo. ]

Autocuidado não é pausa permanente, é manutenção de um sistema que precisa entregar. Se você quer manter alta performance sem transformar autocuidado em desculpa ou em “moda”, continue a leitura e entenda como a saúde mental pode ser preservada com maturidade e método.

Por que a mente é parte do motor da execução?

A mente do líder organiza prioridades, interpreta sinais e dá o tom da cultura. À luz desse ponto, quando a saúde mental cai, cai também a qualidade do “sistema de comando”. Como resultado, aumentam decisões impulsivas, comunicação truncada e reatividade. Em última análise, a empresa sente isso antes mesmo de aparecer em indicadores formais.

Descubra com Ian dos Anjos Cunha estratégias de autocuidado que fortalecem a liderança e mantêm a alta performance.
Descubra com Ian dos Anjos Cunha estratégias de autocuidado que fortalecem a liderança e mantêm a alta performance.

Sob a ótica do empresário serial Ian Cunha, manter saúde mental é proteger o ativo mais raro na liderança: julgamento consistente sob pressão. Dessa forma, o líder evita o modo “sobrevivência”, no qual tudo vira urgência e qualquer fricção vira ameaça. O time trabalha com mais previsibilidade e menos ansiedade.

Sinais silenciosos que parecem normais

Um risco comum é normalizar sinais de desgaste. Irritação constante, insônia, dificuldade de concentração, sensação de mente acelerada e incapacidade de relaxar viram “parte do trabalho”. Assim sendo, o líder passa a se definir pelo estresse. Como consequência, ele perde a referência de como é funcionar com calma.

O problema dessa normalização é que ela muda o padrão de comunicação. O líder interrompe mais, escuta menos e decide mais rápido sem critério suficiente. Como resultado, cresce o retrabalho, e as equipes se tornam mais defensivas. 

Autocuidado como disciplina, não como evento

Autocuidado que sustenta performance não é um evento raro, e sim uma disciplina silenciosa. Ele se expressa em limites, previsibilidade e ritmo. Cuidar da mente envolve reduzir variabilidade: menos noites ruins acumuladas, menos semanas de pico permanente, menos estímulo constante e mais espaço de recuperação.

Como sugere o CEO Ian Cunha, disciplina emocional não nasce de frases motivacionais. Ela nasce de rotina que reduz atrito. O líder preserva energia mental para o que realmente exige presença: decisões complexas, pessoas e conflitos. A performance se sustenta com menos custo psicológico.

O peso do isolamento e o valor de suporte

Liderança pode ser solitária, e isolamento aumenta ruminação e distorção de percepção. Conforme a pressão sobe, a mente tende a criar narrativas rígidas e pessimistas. Em contrapartida, suporte adequado reduz distorção, porque amplia perspectiva. Assim sendo, a liderança se torna mais racional e menos emocional.

Sob a ótica do superintendente geral Ian Cunha, o líder de longo prazo não se orgulha de carregar tudo sozinho. Ele protege sua capacidade de decidir com lucidez. O negócio ganha estabilidade, pois a liderança mantém coerência e evita reações exageradas a problemas comuns.

Performance sem autocuidado vira risco operacional

Quando autocuidado é ignorado, performance vira risco operacional. O líder começa a errar por fadiga, a tratar pessoas com dureza desnecessária e a perder capacidade de planejar. Assim sendo, o custo aparece em rotatividade, conflitos e perda de qualidade. Em contrapartida, quando a mente está estável, o líder sustenta cobrança justa e clareza, preservando cultura.

Como resume o CEO Ian Cunha, o autocuidado que importa não é o que parece bonito, e sim o que mantém coerência no dia a dia. Preservar a mente não significa reduzir ambição; significa sustentar ambição por tempo suficiente, com decisões melhores e com um ambiente que não dependa de explosões emocionais para funcionar.

Autor: Gregorya Lima

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