Segundo a Dra. Dayse Ketren Souza, a dor de cabeça é um sintoma comum, mas, em alguns casos, pode indicar um problema neurológico. Enquanto algumas cefaleias são passageiras e causadas por fatores simples, como estresse ou desidratação, outras, como as enxaquecas, podem ser debilitantes e recorrentes. Entender a diferença entre uma dor de cabeça ocasional e um quadro crônico é essencial para buscar o tratamento adequado.
A seguir, discutiremos os principais tipos de cefaleia, suas causas e os tratamentos disponíveis.
Qual a diferença entre dor de cabeça comum e um problema neurológico?
Uma dor de cabeça comum, conhecida como cefaleia tensional, geralmente surge por fatores como cansaço, má postura ou jejum prolongado. Normalmente, ela causa uma pressão leve a moderada na cabeça e tende a desaparecer com descanso, hidratação ou analgésicos simples. Dayse Ketren Souza explica que esses episódios são temporários e raramente indicam um problema neurológico mais grave.
Por outro lado, quando a dor de cabeça se torna frequente, intensa e acompanhada de outros sintomas, pode ser sinal de uma condição mais séria, como a enxaqueca ou até problemas neurológicos subjacentes. Enxaquecas costumam vir com náusea, sensibilidade à luz e ao som, além de crises prolongadas. Logo, se a dor for acompanhada de confusão mental, fraqueza ou alterações visuais repentinas, é fundamental buscar um médico.

Quais são as principais causas e gatilhos das cefaleias crônicas?
As cefaleias crônicas podem ser desencadeadas por diferentes fatores, que variam de pessoa para pessoa. Entre os mais comuns estão o estresse excessivo, a privação de sono e o consumo de alimentos ricos em cafeína ou adoçantes artificiais. Além disso, mudanças hormonais, como as que ocorrem durante o ciclo menstrual, também podem influenciar a frequência e intensidade das crises.
Outro fator importante são as condições médicas subjacentes, como problemas na coluna cervical, disfunções na mandíbula e até doenças neurológicas mais graves. Além do mais, hábitos como o consumo excessivo de analgésicos podem piorar o quadro, tornando a dor mais persistente. Com isso, Dayse Ketren Souza frisa que identificar e evitar esses gatilhos é essencial para reduzir a frequência das crises e melhorar a qualidade de vida.
Como tratar enxaquecas e cefaleias crônicas?
O tratamento das enxaquecas e cefaleias crônicas pode envolver tanto mudanças no estilo de vida quanto o uso de medicamentos. Manter uma rotina de sono regular, praticar exercícios físicos e evitar gatilhos alimentares são medidas que ajudam a reduzir a frequência das crises. Ademais, técnicas de relaxamento, bem como meditação e fisioterapia, podem aliviar a tensão muscular e diminuir os episódios de dor.
Nos casos mais graves, o uso de medicamentos específicos, como triptanos e betabloqueadores, pode ser necessário para controlar os sintomas, conforme orienta a Dra. Dayse Ketren Souza. Em alguns pacientes, terapias alternativas, como acupuntura e suplementação de magnésio, também mostram bons resultados. No entanto, é essencial buscar orientação médica para definir o melhor tratamento e evitar a automedicação, que pode agravar o quadro.
Quando procurar ajuda médica?
Em conclusão, se as dores de cabeça forem frequentes e intensas, é essencial investigar a causa, pois podem indicar um problema neurológico. Por isso, a Dra. Dayse Ketren Souza deixa claro que identificar gatilhos e adotar mudanças no estilo de vida ajudam no controle das crises. No entanto, quando a dor é incapacitante ou vem acompanhada de outros sintomas, buscar um especialista se torna indispensável. O acompanhamento médico adequado garante um diagnóstico preciso e um tratamento eficaz.
Autor: Gregorya Lima
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital